Cristo é meu Libertador!

Cristo é meu libertador, meu advogado, o Justo.

A comunhão com Deus exige que reconheçamos a verdade acerca de nós mesmos. A conversão não implica a erradicação da nossa natureza pecaminosa, no entanto, representa a implantação de uma nova natureza. Vemos que em 1 João:1.8, mostra-se uma distinção entre pecado e pecados:

Pecados se refere à nossa natureza corrupta e perversa. Os pecados são nossos maus procedimentos.

Quando sentimos culpadas pelos pecados cometidos (omissão de pensamentos ou de atos secretos e públicos), se não nos achegarmos Àquele que nos dará a cura, estaremos encobertas por névoas e sujeitas a um afastamento de nosso Amado. Poderemos, então, começar a justificar para nós mesmas que o Senhor não se importa conosco, que estamos sozinhas, mas, na verdade, nós é que estamos nos afastando dEle.

A cura e paz só vem até nós quando cremos que o Senhor é o nosso advogado e que quando confessamos, somos perdoadas por Ele.(1 João 1: 8 a 2:2, Isaías 44:22). Ao confessarmos os nosso pecados, devemos crer, com base na autoridade da Palavra de Deus, que Ele nos perdoa. E, se Ele nos perdoa, devemos estar dispostas a perdoar a nós mesmas.

 

O Senhor Jesus se deu por nós para que pudéssemos caminhar em uma novidade de vida, nossa velha natureza esta morta nEle, e nós caminharemos na força de seu Espirito (Efésios 3:12). Vemos, portanto, que a comunhão com Deus não exige uma vida sem pecado, mas que todos  os nossos pecados sejam apresentados a Ele, confessados e abandonados.

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que confessa e deixa alcançará misericórdia” Pv 28:13.

Minhas amadas, que tenhamos isso gravado em nossos corações e mentes: que somos mais que vencedoras em Cristo e que a obra na qual Ele começou a fazer em nós será concluída. (Filipenses 1:6)

Que possamos desfrutar de tão maravilhosa bênção.

Com amor.